Uma bela manhã de sol na cidade de Natal é perfeita para diversas atividades, a minha escolhida foi ir à praia. Enquanto eu repousava sobre a cadeira de sol, tomava uma água de côco e observava os constantes ambulantes que desfilavam beira-mar.
Em seus diferentes e notáveis estilos e artigos, já fazem parte do visual da praia. Em todo o momento eles chegavam até mim, com sorrisos de quem quer ganhar a simpatia e sempre valorizando seus produtos. Até que um deles se destacou. Simplesmente sentou ao meu lado, se apresentou como Luís Augusto e perguntou o meu nome, ao responder sua questão, houve uma abertura para uma conversa.
Neste momento pensei: com quem eu estou falando? Elogiando meu sorriso, quis saber se eu era da cidade ou estava turistando. Revelei que era potiguar sim, ele então disse que era baiano e eu o fazia lembrar as mulheres de sua terra.
O Luís era alto, negro, com sorriso que se destacava em sua cor, estava com aparência de um maltrapilho, cabelos e barba por fazer, roupas folgadas e com aspecto de sujas. Contou que tinha uma grande curiosidade pela cidade do Natal, então um dia resolveu vir com sua esposa. A venda de suas esculturas em argila sempre foi sua principal fonte de renda. Questionei se não era muito pouco para o sustento de um casal. Ele respondeu que isso não era preocupação, pois seria suficiente para as suas necessidades básicas e por vezes quando queria algo específico (roupa nova, viagem...) ele trabalhava dobrado e assim conseguia.
Com a bola da vez falei um pouco sobre mim, disse que estava na praia em busca de descanso e um bronze, era estudante de jornalismo e atualmente esta minha única atividade. Neste momento me lembrei de ver à hora, já passavam do meio-dia, já era tarde. Agradeci a conversa, ele fez o mesmo, “tomara que nos vejamos mais vezes aqui na praia” relatou seu desejo o Luís.
Pela noite, ao passar pelo Shopping, vi saindo para o estacionamento um homem bem familiar; ele estava de terno, cabelos um pouco grandes, mas estavam presos e bem arrumados, barba bem feita... Sim, era o Luís que pela manhã tinha conhecido. Ele entrou numa BMW e se foi. Então concluí que apesar de tanta conversa eu continuava sem saber com quem eu estava falando.
Em seus diferentes e notáveis estilos e artigos, já fazem parte do visual da praia. Em todo o momento eles chegavam até mim, com sorrisos de quem quer ganhar a simpatia e sempre valorizando seus produtos. Até que um deles se destacou. Simplesmente sentou ao meu lado, se apresentou como Luís Augusto e perguntou o meu nome, ao responder sua questão, houve uma abertura para uma conversa.
Neste momento pensei: com quem eu estou falando? Elogiando meu sorriso, quis saber se eu era da cidade ou estava turistando. Revelei que era potiguar sim, ele então disse que era baiano e eu o fazia lembrar as mulheres de sua terra.
O Luís era alto, negro, com sorriso que se destacava em sua cor, estava com aparência de um maltrapilho, cabelos e barba por fazer, roupas folgadas e com aspecto de sujas. Contou que tinha uma grande curiosidade pela cidade do Natal, então um dia resolveu vir com sua esposa. A venda de suas esculturas em argila sempre foi sua principal fonte de renda. Questionei se não era muito pouco para o sustento de um casal. Ele respondeu que isso não era preocupação, pois seria suficiente para as suas necessidades básicas e por vezes quando queria algo específico (roupa nova, viagem...) ele trabalhava dobrado e assim conseguia.
Com a bola da vez falei um pouco sobre mim, disse que estava na praia em busca de descanso e um bronze, era estudante de jornalismo e atualmente esta minha única atividade. Neste momento me lembrei de ver à hora, já passavam do meio-dia, já era tarde. Agradeci a conversa, ele fez o mesmo, “tomara que nos vejamos mais vezes aqui na praia” relatou seu desejo o Luís.
Pela noite, ao passar pelo Shopping, vi saindo para o estacionamento um homem bem familiar; ele estava de terno, cabelos um pouco grandes, mas estavam presos e bem arrumados, barba bem feita... Sim, era o Luís que pela manhã tinha conhecido. Ele entrou numa BMW e se foi. Então concluí que apesar de tanta conversa eu continuava sem saber com quem eu estava falando.
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